Compositor: Diomedes Diaz
Ah, no dia 26 do mês de maio
Nasceu um garotinho, no ano de 57
Lá em La Junta foi batizado
E hoje é conhecido pelo nome de Diomedes
Em Carrizal, terra de poetas
Perto do povoado, nasceu o cantor camponês
E desde então, tenho
Com um grande prazer e carinho
Representando minha herança
Entre La Junta e Patillal
Nas colinas e savanas
Entre La Junta e Patillal
Nas colinas e savanas
Hoje eu canto versos da alma
Quando começo a lembrar
Hoje eu canto versos da alma
Quando começo a lembrar
Ah, aquele garotinho
Que era eu mesmo
Foi levado pelos pais pra Villanueva
Hoje é um jovem que retornou
E está feliz por estar de volta à sua terra
Um acordeão
Foi o grande encanto
Daquele garotinho
Que viu uma festa animada
Tocava Emiliano, o velho
Naquele dia eu faltava à escola
E ali, parado, eu só escutava
Voltava tarde pra casa
E logo me sentava
Voltava tarde pra casa
E logo me sentava
Pra fingir que fazia as tarefas
Porque meu pai dava uma surra
Pra fingir que fazia as tarefas
Porque meu pai dava uma surra
Com o esforço
Que meus pais faziam
Eu consegui um diploma em um colégio
Fui bem criado, nunca fui vagabundo
Sou muito grato, como bom filho, por tudo isso
E se eu pudesse, reconheceria dois corações neles
Que se rejuveneceriam
E eles se apaixonariam novamente
E, pouco depois, eu nasceria de novo
Entre La Junta e Patillal
Nas colinas e savanas
Entre La Junta e Patillal
Nas colinas e savanas
Ah, cantando versos da alma
Quando volto a recordar
Cantando versos da alma
Quando volto a recordar
E pra quem ainda não me conhece
Muito prazer
E pra quem ainda não me conhece
Muito prazer
Meu nome é Diomedes Díaz
E moro em La Junta, minha cidade
Meu nome é Diomedes Díaz
E moro em La Junta, minha cidade